Tal como o nome indica, o Oceânico Pinhal, que foi o segundo campo de golfe a nascer em Vilamoura, em 1976, desenrola-se numa floresta inclinada de pinheiros mansos, tendo sido desenhado por Frank Pennink, o mesmo arquitecto que concebeu o Oceânico Old Course, o primeiro campo de Vilamoura.
Ao longo da sua existência, foi alvo de duas grandes remodelações, a primeira em 1985, da autoria do reputado Robert Trent Jones, mais tarde, em 2001, por Martin Hawtree. O Pinhal é hoje uma mescla de dois estilos diferentes de golfe, num terreno estilo parkland, semelhante ao do Oceânico Old Course, mas mais perto da praia e da Marina de Vilamoura. Os primeiros 9 buracos desenrolam-se por entre o complexo residencial e os últimos 9 são mais ao estilo americano, mais abertos, ondulantes – e proporcionam vistas do mar.
Plano e longo, com um comprimento de 6353 metros, par-72, o Pinhal possui três buracos com água frontal (4, 5 e 8) e outro (15) com uma pequena ribeira antes do green. Dos cinco campos da de Vilamoura, será aquele que exige mais estratégia. Logo no buraco 2 (par-4), existe um pinheiro solitário no meio do fairway, a dar que pensar aos jogadores na hora de decidir o shot ao green. O buraco 3 (par-5) tem um duplo dogleg e o 4 (par-4) obriga a posicionar bem a bola para depois passar por cima de um lago para chegar ao green. O mesmo lago entra em jogo no 5, um par-3 com uma entrada estreita para um green rodeado por bunkers. O buraco final é um par-4 que começa por ser a subir antes de descer para o green, já próximo da clubhouse.